2 de outubro de 2026 · conteúdo educativo
Tratamento de canal: o que acontece do início ao fim
Passo a passo do tratamento de canal, do diagnóstico à restauração final, com as dúvidas mais comuns de quem vai ao consultório com dor.
“Mais temido do que o problema” é a frase que mais ouvimos sobre tratamento de canal. Ele nasceu justamente para conter dor: dente com o nervo inflamado ou infectado não se recupera sozinho, e manter o dente na boca é a meta do procedimento.
Quando o canal é indicado
Cárie profunda, fratura ou trauma deixam a polpa, o tecido vivo dentro do dente, com nervos e vasos, exposta ou contaminada. A polpa inflamada dói ao calor, ao frio e ao deitar; quando se infecta, pode aparecer abscesso na gengiva ou inchaço no rosto. Nesses casos, remover o tecido doente é o que interrompe o problema.
Passo a passo na cadeira
- Diagnóstico: radiografia e testes de sensibilidade para confirmar que é o nervo do dente a origem da dor.
- Anestesia e isolamento: o dente é anestesiado e isolado com dique de borracha, que mantém a área limpa e seca durante o procedimento.
- Limpeza dos canais: uma pequena abertura no dente dá acesso aos canais, que são instrumentados, medidos e irrigados com solução desinfetante.
- Preenchimento: os canais secos são preenchidos com material específico, e a radiografia de conferência registra o fechamento.
- Restauração: o dente volta a receber força de mastigação com restauração ou coroa, etapa que protege a estrutura remanescente.
Em dentes simples, tudo isso cabe em uma sessão. Com infecção ativa ou anatomia complexa, a equipe pode dividir em duas visitas.
Depois, o que importa
Nos dias seguintes pode haver sensibilidade ao morder; ela diminui com o retorno de controle. E não interrompa a escovação: higiene é o que mantém o dente tratado saudável por anos.
Saiba mais no tratamento de canal e veja quando a dor de dente exige avaliação nas próximas 24 horas.
Continue lendo
Dúvida sobre o seu caso? A avaliação responde.
Agende sua avaliação